Ausências de Rui, Wagner e Jerônimo em debates geram críticas e movimentam redes sociais

Adversários passaram a ironizar o slogan “Time de Lula” após os petistas não participarem de debates promovidos pela TV Bahia

Da Redação -Soteropolis Noticias

A ausência dos candidatos do PT Rui Costa e Jaques Wagner no debate ao Senado promovido pela TV Bahia, na noite desta sexta-feira (25), e a informação de que o governador Jerônimo Rodrigues não deverá participar do debate para o Governo da Bahia, marcado para terça-feira (29), passaram a repercutir nas redes sociais e no ambiente político baiano.

Rui e Wagner, que disputam uma vaga ao Senado, não compareceram ao encontro. Segundo informações divulgadas durante a cobertura do debate, os dois estavam em agenda de campanha no interior do estado. A ausência foi explorada por adversários, entre eles João Roma (PL), que questionou a participação dos petistas no confronto.

Slogan vira alvo de ironias

Nas redes sociais, adversários passaram a utilizar a expressão “Time dos Fujões” em referência ao slogan “Time de Lula”, adotado pela chapa governista. A expressão é uma provocação política feita por opositores e não uma denominação oficial da campanha.

A discussão ganhou novo capítulo com a informação de que Jerônimo Rodrigues também não deverá participar do debate entre os candidatos ao Governo da Bahia, previsto para terça-feira (29). Segundo a informação divulgada pela campanha, o governador deverá acompanhar a agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Feira de Santana.

Caso Banco Master aumenta tensão política

As ausências ocorreram em um momento de forte repercussão das investigações relacionadas ao Banco Master.

Reportagem publicada pelo UOL nesta sexta-feira revelou informações atribuídas a uma proposta de colaboração premiada apresentada pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo o documento, posteriormente rejeitado pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República por falta de elementos suficientes de corroboração, Vorcaro afirmou que um grupo político ligado a Jaques Wagner receberia R$ 3 milhões mensais em supostos pagamentos ilícitos.

A reportagem também cita Rui Costa no contexto das alegações. O UOL ressalta, entretanto, que os documentos apresentados não comprovam os pagamentos descritos por Vorcaro. As acusações foram contestadas pelas defesas dos envolvidos, e o ex-sócio de Vorcaro, Augusto Lima, também nega a acusação.

Debate eleitoral ganha novo foco

A coincidência entre as ausências dos três principais nomes do grupo governista passou a ser explorada politicamente pelos adversários, especialmente nas redes sociais.

O episódio ocorre em uma fase da campanha marcada pelo aumento da exposição dos candidatos, pelos debates eleitorais e pela repercussão de denúncias e investigações envolvendo figuras políticas da Bahia.

Fonte: Comunicação ACM Neto 2 – material distribuído via WhatsApp, com informações complementares de UOL e BNews.

Siga o Soteropolis Noticias no Google Notícias e receba os principais destaques do dia. Participe também dos nossos canais no WhatsApp, Facebook e X.

Mais notícias sobre