Delegados cobram do Congresso autonomia da PF

Os delegados da Polícia Federal (PF) começaram uma campanha nacional para reivindicar a autonomia do órgão, hoje subordinado ao Ministério da Justiça. Além de promover uma campanha no rádio e na TV, a categoria pretende intensificar o corpo a corpo com os parlamentares para desengavetar a proposta de emenda à Constituição (PEC 412/2009) que amplia a independência da PF. Está previsto para o próximo dia 8 um ato no Congresso que terá o seguinte slogan: [Autonomia, sim].

Cunha: [A gente finge que está (no governo). E eles também]

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), fez duras críticas ao governo e à relação da presidenta Dilma Rousseff com o Congresso. Na avaliação dele, Dilma [não conhece o Congresso], se cerca de pessoas fracas, passa a sensação de [paralisia] e de quem não tem o que propor ao país e mais: contribuiu decisivamente para o agravamento da crise política ao incentivar a criação de um partido para rivalizar com o PMDB e ao [implodir] a sua base de sustentação no Parlamento.

Sérgio Moro rasga a Constituição e queima a Convenção Americana

Devagar com o andor porque o santo é de barro. O juiz de primeiro grau da Operação Lava Jato Sérgio Moro e Antônio César Bochenek (presidente da Associação dos Juízes Federais) acabam de rasgar publicamente a Constituição brasileira, queimando, ao mesmo tempo, tal como fazia a Inquisição católica contra as [bruxas] nos séculos XV-XVIII, a Convenção Americana de Direitos Humanos.

Verba opõe novamente Rui Costa e Marcelo Nilo

Os últimos acontecimentos em torno do reajuste da verba de gabinete da Assembleia Legislativa, a ser aprovado na sessão de terça-feira (31), prenunciam um novo embate entre o governador Rui Costa e o presidente da Casa, Marcelo Nilo, até com data marcada para um desfecho: agosto.

Alan Sanches sugere mudanças no consórcio das policlínicas

O deputado estadual Alan Sanches (PSD), após visita as policlínicas instaladas no Ceará, encaminhará sugestões ao secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas-Boas, de alterações nos modelos dos equipamentos previstos para serem instalados na Bahia, através de através de consórcios interfederativos.

Contas do governo não são julgadas desde 2002

Desde 2002, último ano do governo FHC, o Congresso não cumpre a obrigação constitucional de julgar as contas do governo. O julgamento é feito a partir dos relatórios anuais do Tribunal de Contas da União (TCU), e governante com contas rejeitadas fica inelegível por 8 anos. O tema é tão irrelevante para os presidentes da Câmara e Senado que, confrontados, ontem, ambos não tinham o que dizer a esse respeito.