PSDB quer devassar empresa ligada a filho de ministro

O PSDB pediu esclarecimentos ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCT) sobre o contrato de R$ 148,1 milhões com a Petra Energia S/A, que teve como vice-presidente Pedro Mercadante Oliva, filho do influente ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil), que também comandou o MCT entre 2011 e 2012 . Por meio de ofício, o partido de oposição solicitou cópia integral dos contratos que deram base jurídica aos repasses e também do processo licitatório para seleção da Petra.

Ministros de Dilma recebem até R$ 62 mil por mês

Oficialmente, ministros do governo Dilma recebem salários |comuns| de R$ 26,7 mil por ocuparem cargos na Esplanada. Mas um terço dos 39 ministros ganham |jetons|, bônus salariais, por integrarem conselho de empresas estatais e outros órgãos do governo federal. O Conselho de Administração da Petrobras, por exemplo, rende R$ 10 mil por mês. |Jetons| são pagos nos Correios, Finep, BNDES, Itaipu, Sesc, BB etc.

Dilma pode repetir ato Napoleônico na reposse

A presidenta Dilma cogita encampar ideia, que ganha força no Palácio do Planalto, de colocar a faixa presidencial em si mesma durante a posse do seu segundo mandato. Por sugestão do cerimonial, Dilma subiria a rampa e se auto-imputaria a faixa, considerada símbolo da passagem de poder, assim como fez Napoleão Bonaparte ao tirar o diadema das mãos do papa Pio VII e coroar-se a si mesmo, em 1804.

Novo ministro de Dilma, filho de Jader barbalho responde por fraudes

Convidado para comandar o Ministério da Pesca e Aquicultura no governo Dilma II, Hélder Barbalho (PMDB-PA), 35, responde a dois processos na Justiça Federal por improbidade administrativa quando foi prefeito de Ananindeua, perto de Belém. Em uma das ações, o Ministério Público pediu o bloqueio dos seus bens por comprar remédios e contratar serviços para Saúde de empresas fantasmas.

Fim da dinastia Sarney vira artigo no The New York Times

O jornal americano The New York Times publicou na edição de hoje (26) um artigo sobre o declínio da dinastia Sarney no Maranhão. Assinado por Simon Romero, o artigo explicita como a decisão do ex-presidente da República de não concorrer à reeleição no Senado pode ter implicações nacionais.