Queda nas bolsas de valores e desvalorização da Petrobras repercutem entre senadores

Uma forte queda no preço do petróleo fez as bolsas de valores desabarem em todo o mundo nesta segunda-feira (9). No Brasil, as negociações foram suspensas pela manhã após o índice Ibovespa ter atingido mais de 12% de queda. As ações da Petrobras caíram quase 30% e o dólar comercial teve novo preço recorde: R$ 4,72. O assunto repercutiu no Senado. Para os parlamentares, o momento é de união entre os Poderes.

“Brasil deve tomar medidas muito sérias para suportar o crash na economia mundial com a guerra do petróleo”, adverte Nelson Leal.

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia ? ALBA, deputado Nelson Leal, participou hoje (09.03) da entrega da Comenda 2 de Julho à corregedora-geral do Tribunal de Justiça, desembargadora Lisbete Maria Teixeira, e comentou sobre o crash na economia mundial nesta segunda-feira. ?Muito mais que o coronavírus, o Brasil tem que tomar medidas muito sérias para enfrentar uma crise econômica mundial multifacetada, com reflexos que poderão ser muito danosos para o país.

Congresso prepara reação ao Executivo após Bolsonaro insuflar atos do dia 15

Sem acreditar em entendimentos, parlamentares preparam reação ao Executivo em pautas do Senado e da Câmara após atos do dia 15 de março, cuja convocação foi insuflada no sábado (7) pelo presidente Jair Bolsonaro de sábado. Segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, o nível da resposta dependerá da adesão da população aos movimentos e da força política que Bolsonaro demonstrará.

Brasil assina acordo militar com EUA para ampliar espaço no mercado de defesa americano

O governo Jair Bolsonaro assinou neste domingo (8) um acordo militar inédito com os Estados Unidos para tentar ampliar a entrada do Brasil no mercado de defesa americano, o maior do mundo.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o tratado bilateral é tratado como o principal resultado prático da viagem de Bolsonaro a Flórida esta semana e é um aprofundamento da designação do Brasil como aliado privilegiado fora da Otan (a aliança militar ocidental), status concedido ao país em março do ano passado, durante visita do presidente brasileiro a Washington.

PIB baiano cresceu 1,2% em 2019, aponta SEI

O Produto Interno Bruto da Bahia cresceu 1,2% em 2019, de acordo com a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (6) e aponta que em valores correntes, o PIB totalizou R$ 304,8 bilhões no acumulado do ano, sendo R$ 268,7 bilhões referentes ao Valor Adicionado (VA) a preços básicos ? o que representa 88% do PIB ? e R$ 36,2 bilhões aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.

O Valor Adicionado a preços básicos (VA) cresceu 1,2% e o Imposto sobre Produtos Líquidos de Subsídios registrou alta de 1,0%. As taxas dos demais setores em 2019 foram: Agropecuária (+0,2%) e Indústria (-0,3%). No que diz respeito aos grandes setores, a Agropecuária apresentou Valor Adicionado de R$ 25,0 bilhões, a Indústria R$ 61,6 bilhões e os Serviços R$ 182,0 bilhões.

O nível de atividade econômica na Bahia cresceu 2,0% no quarto trimestre de 2019, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Na comparação do quarto trimestre de 2019, com o trimestre imediatamente anterior ? série com ajuste sazonal ? a variação em volume foi 0,3%.

Nas informações disponibilizadas da economia baiana segundo os grandes setores no quarto trimestre de 2019 ante o mesmo período do ano anterior, verificaram-se alta de 2,2% na Agropecuária e de 2,5% nos Serviços. A retração verificada ficou por conta da Indústria -0,2%. A alta verificada no PIB baiano no quarto trimestre de 2019 foi influenciada particularmente pelos bons números do comércio (+7,6%), dos transportes (+4,5%) e administração pública (+0,5%). Confira a Publicação completa de Contas Regionais no site da SEI.