Pré-candidato ao Senado intensifica críticas ao governo de Jerônimo Rodrigues (PT) e questiona dados sobre saúde, educação, emprego e violência na Bahia
O pré-candidato ao Senado Federal e ex-deputado federal Marcelo Nilo (Republicanos) voltou a subir o tom contra o governo estadual. Declaradamente opositor ao atual chefe do Executivo baiano, ele tem utilizado as redes sociais para publicar vídeos semanais com críticas diretas à gestão petista, especialmente nas áreas de saúde, educação, segurança pública e geração de empregos.
Em uma das gravações mais recentes, Nilo reagiu a declarações do governador, que teria afirmado que o partido e o governo “foram criados para cuidar dos pobres”. O ex-parlamentar contestou a narrativa e fez questionamentos em tom enfático.
“Quem é que morre na fila da regulação? O pobre. Quem é que morre nos hospitais do SUS? O pobre, porque o rico tem plano de saúde”, afirmou.
Sem aliviar nas críticas, ele prosseguiu: “Quem é que estuda na escola pública? O pobre. E a Bahia é o segundo pior estado em termos de educação, porque o rico estuda na escola privada.”
No campo econômico, Nilo também apontou o que considera fragilidade da gestão estadual. “A Bahia é o pior estado em termos proporcionais de emprego no país. Quem é que está faltando emprego? O pobre”, declarou.
Ao abordar a segurança pública, o pré-candidato mencionou números de mortes violentas no estado. “Em 2024, morreram 6.453 baianos e baianas assassinados, disse, encerrando o vídeo em tom de alerta.
As declarações reforçam o clima de pré-campanha e antecipam um debate acirrado rumo às próximas eleições. Enquanto o governo defende suas políticas públicas e resultados, a oposição amplia o discurso crítico — mirando, sobretudo, o eleitorado mais vulnerável, que, segundo Nilo, “continua pagando a conta do fracasso”.
Da Redação Soteropolis Noticias
Foto: Instagram/MNilo

