Comunicador morreu aos 74 anos, após mais de cinco décadas dedicadas ao rádio; autoridades destacam sua contribuição para a comunicação de Feira de Santana
Da Redação
O prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho, e o secretário municipal de Comunicação Social, Joilton Freitas, manifestaram pesar pela morte do radialista e jornalista Jair dos Santos Cezarinho, ocorrida na madrugada de sábado (10), aos 74 anos. Com mais de cinco décadas de atuação profissional, ele construiu uma trajetória marcante no rádio baiano, especialmente na cobertura esportiva. O sepultamento foi realizado neste domingo (11), no Cemitério Piedade, em Feira de Santana.
Mais de 50 anos dedicados ao rádio
Jair Cezarinho trabalhou em emissoras tradicionais, como as rádios Sociedade, Cultura, Fundação e Princesa FM. Ao longo da carreira, exerceu funções de repórter, narrador esportivo e chefe de equipe, acompanhando acontecimentos que marcaram a história do esporte e da comunicação regional.
Um dos momentos importantes de sua trajetória foi a entrevista com Pelé, em 1975, quando o Santos esteve em Feira de Santana para disputar um amistoso contra o Fluminense de Feira, no estádio Joia da Princesa.
O radialista também contribuiu para a formação de novos profissionais. Entre eles está o jornalista Jorge Biancchi, que iniciou a carreira com seu apoio e dividiu com Cezarinho a cobertura da Copa do Mundo de 1998, realizada na França.
Atuação na comunicação pública
Além do trabalho nas emissoras de rádio, Jair Cezarinho exerceu a função de diretor da Regional Norte/Nordeste da Associação Bahiana de Imprensa (ABI). Também integrou a Secretaria Municipal de Comunicação Social de Feira de Santana, onde trabalhou até se aposentar.
A morte do comunicador repercutiu entre profissionais da imprensa e representantes públicos. O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, também manifestou pesar e destacou a contribuição de Cezarinho para o rádio e o jornalismo esportivo.
Legado para Feira de Santana
A trajetória de Jair Cezarinho se confunde com parte da história do rádio em Feira de Santana. Durante décadas, sua atuação aproximou os ouvintes dos acontecimentos esportivos e contribuiu para a formação de profissionais que seguiram carreira na comunicação.
Sua morte representa uma perda para o jornalismo baiano, enquanto seu trabalho permanece na memória de colegas, ouvintes e daqueles que acompanharam sua caminhada profissional.
Foto: Arquivo Familia
