Ex-presidente votou em São Paulo, destacou a importância da democracia e afirmou que acompanhará a apuração em casa; Temer declarou apoio a Flávio Bolsonaro após o primeiro turno
Da Redação – Soterópolis Notícias
O ex-presidente Michel Temer (MDB) defendeu a pacificação do país após o segundo turno das eleições presidenciais, realizado neste domingo (25). Ao votar em São Paulo, ele afirmou esperar que o Brasil retome a tranquilidade após a definição da disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).
Segundo informações da Jovem Pan, Temer votou no Colégio Santa Cruz, na capital paulista, e conversou com jornalistas ao deixar a seção eleitoral. Na ocasião, ressaltou a importância do processo democrático e do direito de escolha dos eleitores.
“Eu acho que a expectativa é muito positiva, porque afinal nós estamos exercendo a democracia. É o momento em que o povo vai dar uma procuração, vai dizer: ‘Olha, eu quero que governe em meu nome, seja A ou B, não importa’. Então, a primeira consideração é que é um fantástico exercício da democracia”, declarou.
Ex-presidente pede pacificação
Temer também comentou o clima de tensão registrado nos últimos dias da campanha eleitoral e manifestou o desejo de que a disputa não provoque novas divisões no país.
“Particularmente, espero, como os últimos dias estiveram um pouco agitados, que logo amanhã o Brasil esteja em paz. Isso aqui é fundamental para o povo brasileiro. Pode não ser para quem torce, digamos assim, com certa agressividade por um ou por outro candidato, mas o povo brasileiro quer paz”, afirmou.
Temer apoiou Flávio Bolsonaro
Após o primeiro turno, o ex-presidente anunciou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro. Questionado pela Jovem Pan sobre como acompanharia a apuração dos votos, Temer disse que pretendia permanecer em casa, à espera do resultado.
“Acho que de casa. Haverá uma grande curiosidade. Acho que os brasileiros todos estão interessados nessa eleição. Eu vou esperar em casa e depois desejar felicidades ao povo brasileiro”, concluiu.
Foto: Werther Santana / Estadão Conteúdo
