Dallagnol: não tivemos uma relação com essas manifestações

Em passagem pela capital gaúcha na semana passada, o procurador da República Deltan Dallagnol, um dos principais integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato, fez questão de destacar que o Ministério Público Federal (MPF) não tem nenhuma ligação com as manifestações populares ocorridas em 16 de agosto, que pediram o impeachment da presidente Dilma Rousseff em todo o Brasil. Ele preferiu não comentar as mostras de apoio tanto à Lava Jato como à atuação do juiz Sérgio Moro, ocorridas durante os protestos.

PT de Lula defende Temer na articulação política

O PT lulista reconhece o sucesso do vice Michel Temer na articulação política do governo, para desespero do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante. Alguns membros do partido tentam convencê-lo a permanecer na função, para garantir a governabilidade da presidente Dilma.

Petistas devem ter [cautela], afirma ex-presidente Lula

Tanto o PT quanto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estão convencidos que, caso o Supremo Tribunal Federal aceite a denúncia por crime de corrupção contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o peemedebista não terá mais condições de permanecer no cargo. Até lá, porém, a ordem é manter a cautela, esperar o desenrolar da crise e evitar movimentos bruscos. Lula não quer que o PT repita agora os erros cometidos no processo da eleição de Cunha, no início do ano.

Dilma faz reunião para discutir orçamento de 2016

Depois de reunião no sábado com o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, a presidente Dilma Rousseff faz neste domingo, 23, mais uma rodada de discussões sobre a Lei Orçamentária Anual de 2016. O projeto precisa ser enviado ao Congresso Nacional até o fim deste mês.

Lúcio Vieira: investigação devolve crise para governo

Aliado do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) afirmou neste sábado, 22, que a decisão do ministro Gilmar Mendes, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de pedir ontem investigação de suposta prática de [atos ilícitos] na campanha que reelegeu a presidente Dilma Rousseff em 2014 devolve a crise para o Palácio do Planalto.

Irritado, temer decide abandonar articulação política do governo

O vice-presidente Michel Temer vai deixar a articulação política do governo com o Congresso. Aborrecido com a falta de cumprimento de acordos e com a [articulação paralela] promovida no Palácio do Planalto sem aviso prévio, Temer só avalia agora o melhor momento para que o desembarque não seja visto como mais um fator de instabilidade, no rastro da crise provocada após a denúncia contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Crise moral

Ao longo de duas semanas escrevemos sobre esse tema. O assunto é tão palpitante que, tenho conversado com intelectuais (acadêmicos), políticos, estudantes sobre o assunto e ficamos indecisos em quem acreditar.