Levantamento mostra senador do PL com 50% de rejeição e presidente da República com 48%; estudo também mediu potencial de voto dos principais pré-candidatos à eleição de 2026.
A pesquisa Nexus/BTG Pactual, divulgada nesta segunda-feira (27), aponta o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como o nome de maior rejeição entre os principais postulantes ao Palácio do Planalto. Segundo o levantamento, metade dos entrevistados afirmou que não votaria no parlamentar em nenhuma hipótese. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece logo em seguida, com índice de rejeição de 48%.
Além de medir a rejeição dos pré-candidatos, o levantamento avaliou o potencial de voto dos principais nomes cotados para a disputa presidencial de 2026.
No caso de Flávio Bolsonaro, 25% dos entrevistados declararam que ele é o único candidato em quem votariam. Outros 21% afirmaram que poderiam apoiar o senador, embora também considerem votar em outro concorrente. Apenas 3% disseram não conhecer o parlamentar, enquanto 1% não soube ou preferiu não responder.
Já o presidente Lula apresentou um percentual maior de apoio exclusivo. De acordo com a pesquisa, 37% dos eleitores afirmaram que votariam apenas no petista. Outros 13% responderam que poderiam optar por Lula, mas também avaliam outros nomes para a eleição presidencial. Somente 1% declarou não conhecer o presidente, e outros 1% não responderam.
O estudo também analisou os índices de rejeição e o potencial de voto de outros cinco pré-candidatos à Presidência da República, traçando um panorama inicial da corrida eleitoral de 2026.
A pesquisa Nexus/BTG Pactual foi realizada entre os dias 24 e 26 de julho de 2026, por meio de entrevistas telefônicas com 2.004 eleitores em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento foi contratado pelo BTG Pactual e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01489/2026.
Da Redação – Soteropolis Noticias
Fotomontagem: Geraldo Magela/Agência Brasil e Marcos Oliveira/Agência Brasil

